Conquistas e Comemorações

tarta

 

Sempre gostei de comemorar cada uma de minhas conquistas, por menores que fossem.

Aprendi isso com meu pai. Enquanto crescia, comemorava com ele, minha mãe e meus irmãos cada boa notícia, todas as vitórias, ainda que, para olhos de vidro, parecessem insignificantes.

Comemorar nossos sucessos nos faz ter vontade de continuar, dia a dia, e melhorar cada vez mais para ter novos motivos para celebrar; nos deixa feliz, com um coração vibrante e os olhos brilhantes.

Este ano, decidi retomar a minha rotina de treinos de corrida, que andou abandonada em 2012/2013. Não que eu seja uma super atleta da corrida, mas costumava ter um desempenho que me agradava, com uma frequência de treinos semanais bem incorporada na minha rotina e participação em provas que tornavam tudo isso ainda mais gostoso.

Retomar não é fácil. Primeiro, é preciso vencer a preguiça e a inércia de quase 2 anos sem correr direito. Uma vez vencida essa fase, é preciso lidar com um corpo que não tem mais uma resposta tão rápida quanto antes e reaprender a usar a mente e as emoções para sobrepor as barreiras psicológicas que criamos.

Desde o início de 2014, tenho me esforçado para lidar com a primeira fase: vencer a preguiça e recriar o hábito da corrida. Estou, praticamente, satisfeita com os resultados: tenho uma planilha de treinos semanais que estou cumprindo, cada vez mais efetivamente.

Então, resolvi dar o próximo passo: melhorar minha performance e encarar meus limites de frente, cheia de coragem.

Nunca fui uma corredora muito rápida. Gosto mesmo é de corridas de longa distância, com muitas subidas e decidas e alto grau de dificuldade. Corridas curtas e rápidas, em terreno plano, acabam comigo. Acho-as entediantes. Porém, mesmo não tendo a característica da rapidez, percebi que tenho corrido como uma tartaruga, carregando uma casa bem pesada nas costas, quase me arrastando, devagar… devagar… devagar…

Por isso, inclui um treino de velocidade na minha planilha. Comecei na semana passada, com um intervalado, e foi uma tortura. Fiz o treino todo, mas precisei caminhar nos descansos.

Como não gosto de treinos de velocidade, tenho a tendência de ser muuuuito complacente comigo mesma, me poupando do esforço que esse tipo de treino solicita… esse foi o motivo das caminhadas nos intervalos.

Mas, ontem resolvi usar uma técnica diferente para me motivar a fazer o treino todo sem caminhar e, ainda assim, respeitando meu corpo: defini um prêmio para me dar, caso completasse meu desafio – dei-me o direito de comprar uma macacão, que eu estava namorando há tempos, para minhas aulas de dança do ventre.

E, adivinhe só: eu consegui!!!

Todas as vezes que pensei em desistir, visualizei meu prêmio e imaginei o quanto eu ficaria satisfeita em consegui-lo.

Terminei o treino sem andar em nenhum momento e, como corri o tempo todo, tive um ótimo desempenho na distância percorrida e na velocidade média. Isso sem mencionar a minha alegria por ter cumprido o meu objetivo e conquistado o merecido prêmio.

Que sensação deliciosa!

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