É Primavera Outra Vez… Adoro!

É primavera outra vez
É primavera outra vez
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Quer Saber De Uma Coisa? Tenho Uma Novidade Pra Contar Pra Você!

A novidade.
Crédito da Foto: Mauricio Zani

 

Hoje é um dia muito especial e estou super feliz!

Tenho uma maravilhosa novidade pra contar.

A partir de agora, você, meu querido leitor, poderá me acompanhar em mais um canal, o site superela.com. Uhu!!!

O Superela é um site que se dedica a transformar as mulheres de ‘Elas’ para ‘Superelas’ conscientizando-as de seu poder pessoal, através do conteúdo dos posts ou da comunidade – o Clube Superela.

São mais de 100 super colunistas trabalhando pra tornar a mulher tudo o que ela nasceu pra ser: cheia de vida, cheia de graça, cheia de si. Cheia de poder, o poder de ser.

O Superela é uma ‘amiga digital’ que ajuda as mulheres a serem mais felizes a qualquer momento e em todo lugar.

Meu primeiro post foi publicado hoje por lá e fala, justamente, sobre a importância de sermos quem somos de verdade e lutarmos por nossos sonhos mais sinceros.

Você pode encontrá-lo no link abaixo:

MULHER, SIM. COM MUITO ORGULHO.

Dê uma olhadinha também no meu perfil:

Tina Zani

Venha! Visite o site, leia meu post e deixe seus comentários 😀 😀 Vou adorar!!!

E aproveite também pra dar uma olhadinha em tudo de bom que há por lá.

Beijokas com sabor de hortelã.

 

Tina

A Vítima Não Sou Eu

A vítima não sou eu.
Crédito da Foto: Tina Zani

 

Aqui está a linha: ___________________________

Acima da linha está a leoa, rugindo com firmeza o som rouco que vem das entranhas.

Poderosa, ela exerce o domínio sobre sua própria vida, aceita e assume a responsabilidade por seus sucessos e seus fracassos. Caça, abre caminhos, corre, protege, enfrenta, rola, se enrola, procura, defende, faz as coisas acontecerem e assume as consequências de seus atos ou omissões.

Abaixo da linha está a vítima, indefesa, choramingando e reclamando da vida.

Coitadinha, acha que a culpa de sua infelicidade e de seus problemas é sempre dos outros, encontra desculpas esfarrapadas para suas falhas e fracassos e nunca assume as rédeas de sua própria vida.

A vítima está sempre entregue.

Sempre fraquinha. Sempre amassada, pisada, mordida.

Posso escolher ser a leoa ou a vítima.

Agora, a pergunta que não quer calar… Neste momento, onde eu estou, acima ou abaixo da linha?

Desenvolvendo Novas Habilidades

Foto Mauricio Zani
Foto Mauricio Zani

 

No feriado de Corpus Christi fui pra Ilhabela. Enfim.

Primeira vez que consigo ir para o paraíso nesse ano tão apressado.

Foi simplesmente delicioso.

Dias lindos de sol e céu azul azulejo, calor de dia e frescura de noite. O mar estava suave que nem lagoa, refletia o céu como um espelho. Teve lua esvaziando, teve tartaruga marinha na areia, pinguins passando no mar, caminhadas de manhãzinha, estrelas, sorrisos, pés afundando na areia, banho de água salgada, biquini, brisa, alegria.

Pra completar tudo de bom que rolou, ainda aprendi uma coisa nova… subir numa prancha de standup paddle e remar.

No começo não estava afim. Alugamos a prancha pras meninas se divertirem.

Mas em certo ponto, minha sobrinha, que é super habilidosa, me convocou pra tentar e eu topei.

Subir e me equilibrar na prancha não foi difícil. Remar também não. Mas lidar com o medo de não ter o controle da água embaixo de mim, foi punk. Em certo momento, me peguei indo numa direção que não queria e não conseguia fazer o retorno… hahahaha. A Zabi teve que me dar as coordenadas do que e como fazer.

Mais tarde, a salvo na areia, me toquei do quão libertadora foi essa experiência de remar e fiquei feliz por ter aceitado o desafio. Saí da minha área de conforto e experimentei uma coisa diferente, que ainda não domino. Me submeti ao conhecimento de outra pessoa, passei a bola e me deixei fluir.

E isso é tão gostoso… Criar novas conexões, conhecer nossos cantinhos escuros, abrir o coração para o novo.

Aproveitando o gancho dessa experiência, hoje me coloquei em outro experimento.

Fui fazer uma aula de Zumba.

Nunca tinha feito e estava incomodada com a possibilidade de passar a maior vergonha, tipo, ficar perdida na música e ir pro lado oposto de todo mundo na sala.

Por segurança, peguei um lugar bem lá no fundo, atrás de todos, torcendo pra não chamar muito a atenção. Minha sorte foi que a coreografia era nova e ninguém conhecia! rsrsrsrs

Hoje, de novo, experimentei aquela mesma sensação de liberdade, de espaço, de crescimento que senti no dia do standup. Avancei para além da linha divisória do conhecido, me projetando como uma pipa no céu além das nuvens.

Me expandi que nem pipoca.